4.6.18

DISCLAIMER: *Benfiquista convicto, o autor do seguinte texto respeita todos os clubes de futebol e em concreto, para efeitos de enquadramento, a instituição Sporting Clube de Portugal mas crê veemente que existem montes de merda que conseguem causar mais mau ambiente que um stripper masculino na sede das Capazes.*


Há dias em que eu pergunto a mim mesmo de que cu certas merdas são cagadas. Nem encomendadas eram possíveis... A demência de Bruno de Carvalho é bem conhecida e o mau estar que causou no futebol nacional nos últimos 3 anos é notório. Ontem, porém, ficou provado que por muito que o queiram afastar, o mal já está feito. Muito ao estilo do seu presidente, o discurso destrutivo de uma tal de Elsa Judas (que sempre mandou as suas postas de pescada anti-benfiquista mas na SportingTV), atingiu a dimensão nacional. Quem não a conhecesse, passou a conhecer depois de ter respondido onde poderia o jogador Rui Patrício jogar para a próxima época:

"Nenhum clube honesto, sério e de boa-fé… Só há dois clubes onde o Rui Patrício pode jogar. Em Portugal é no Benfica, pelos motivos que todos conhecemos. Estamos a falar em lealdade, ética, valores desconhecidos nessa instituição - o FC Porto disse claramente que não assumia essa responsabilidade. E no estrangeiro, o Wolverhampton."


Portanto, esta vaca com cara de ressacada de três dias usa o Sport Lisboa e Benfica como exemplo de falta e lealdade e ética, após um jogador ter rescindido com um clube que, directa ou indirectamente, permitiu que o jogador fosse agredido.


Engane-se quem achar que o ódio de adepto trazido para o mundo corporativo acaba com Bruno de Carvalho.






#jesuisBruno


Alexandre

PS: ao lado da Judas está a Diamanda Galas. Achei o timbre da voz similar.
PPS: se repararem, todos os nomes de instituições/interveniente estão escritos com letra inicial maiúscula. Por uma questão de respeito e porque deve ser.
PPPS: talvez o exemplo do stripper na sede das Capazes não foi o ideal. Hipócritas de merda como são, violavam o gajo em dois tempos.

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